segunda-feira, 19 de março de 2012

Filhotes de American Staffordshire Disponíveis - Cruza Dhara X Staff


Vídeo da Cruza:




Fotos:














Preço: R$1.200,00
Aceitamos cartão de crédito e parcelamos em até 18x.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

De volta a ativa!

Depois de um grande período sem novas postagens, voltamos a ativa!

Sarna Demodécia ou Sarna Negra

É também conhecida como demodecicose, sarna negra, sarna folicular, sarna vermelha e, nos casos mais graves, lepra canina. A sarna demodécica é causada pelo ácaro Demodex que faz parte da fauna da pele normal dos animais. O Demodex apresenta várias espécies, sendo que cada uma delas apresenta afinidade para um determinado animal. O Demodex canis com afinidade aos canídeos, D. cati aos felídeos, D criteri aos Hamsters, o D cuniculi aos coelhos e lebres. Felizmente estes agentes não contaminam o ser humano.

Confesso que não é um tema fácil de se escrever, porque este assunto é bastante controverso e, sem dúvida alguma, uma grande polêmica na dermatologia veterinária.
Demodex canis

O Demodex, que normalmente convive em paz com o animal sem causar nenhuma alteração na sua saúde, pode tornar-se um agente extremamente nocivo a qualquer momento, alimentando-se do conteúdo das células epiteliais e sebo do folículo piloso. Para que isso ocorra é necessário que haja uma baixa de resistência do organismo, só assim o parasita torna-se ativo.

O ácaro, que vive na profundeza da pele nos folículos pilosos e glândulas sebáceas, passa a se reproduzir de forma extraordinária e espalhar-se pelo organismo podendo ser encontrando nos linfonodos, gânglios linfáticos, baço, parede intestinal, glândula mamária, bexiga, fígado, pulmão.

De acordo com pesquisadores, a presença de grandes quantidades de ácaros causa dano e afrouxamento das hastes dos pelos, terminando com a queda dos mesmos, desde o folículo, resultando em quadro de alopecia. A patogenia decorre da presença de demodex nos folículos pilosos e glândulas sebáceas ocasionando sua dilatação, permitindo assim a invasão bacteriana. Doenças fúngicas também podem ocorrer como infecção secundária.

Um animal pode contrair a sarna demodécica através do leite materno, nos primeiros dias de vida, se a fêmea que estiver contaminada pelo ácaro. Um cão afetado pela sarna demodécica não transmite a doença para outro cão através do contato.
O diagnóstico da sarna demodécica é feito através da observação dos sinais clínicos (lesões na pele, prurido, etc.) e exame laboratorial ('raspado de pele') para detectar a presença do parasita.

Tipos de Sintomas:

Forma Localizada:
Caracteriza-se por uma ou mais áreas de queda de pelo, circunscritas, pequenas, avermelhadas e escamosas. Observamos com frequência na região da face, focinho e extremidade dos membros principalmente nas patas.

Forma Generalizada:
Na maioria dos casos é evidenciada nos animais jovens havendo uma predisposição hereditária. É, sem dúvida, a mais grave e de difícil cura. A característica marcante dos sintomas é a grande inflamação que atinge várias zonas do corpo principalmente a região da cabeça, peito, sobretudo ao redor dos olhos. O animal passa a ter um aspecto deformado, envelhecido, tomando a pele a aparência de 'pele de elefante'. O prurido (coceira) torna-se mais intenso e o coçar contínuo irrita a pele tornando-a uma porta aberta à entrada de infecções secundárias por bactérias e fungos.

O aumento da atividade bacteriana e secreção sebácea predispõe à formação de nódulos purulentos "bolhas de pus". O animal perde o apetite, exala um odor repugnante e se não for socorrido morre em pouco tempo.

Tratamento Externo:
Para que haja maior contato do medicamento com a pele, é necessário tosquiar inteiramente o animal. O uso de pomadas (quadriderme, Crema 6) juntamente com babosa, ou a aplicação de parasiticidas diluídos em água, duas vezes por semana, proporciona uma ação sarnicida muito eficaz.

Tratamento Sistêmico:
Combatemos as infecções secundárias com o uso de antibióticos escolhidos através de testes de sensibilidade ("Cultura e Antibiograma") e administrados por longo período.
O animal deverá ter uma dieta alimentar rica em proteínas, vitaminas e sais minerais sendo necessário uma suplementação adicional.

Dispomos também de medicamentos como a Inosina, que favorecem a recuperação do código genético inibindo a replicação de bactérias e fungos. Medicamentos cuja formulação contenham selenito de sódio, aminoácidos e vitaminas do complexo B contribuem de forma expressiva para a melhora do estado geral do paciente. O uso de ivermectina também tem mostrado ótimos resultados.

Em suma, pela breve descrição da complexidade da Demodecicose, podemos concluir que é de fundamental importância a orientação do médico veterinário para alcançarmos a cura desta terrível doença.

sábado, 7 de maio de 2011

Giardíase em em Cães...


Apesar de não ser uma doença maligna, a giardíase - aparentemente fácil de ser tratada - é um pé no saco (kkk).

A giárdia é um protozoário que pode existir sob 02 (duas) formas: a forma cística e a forma livre, também chamada de vegetativa.

Quando em forma cística, no meio ambiente, é resistente ao sabão, ao cloro, ao vinagre, a altas concentrações de sal, ao frio e a umidade. Somente é eliminado pela ação de altas temperaturas.
A forma livre existe apenas quando o protozoário está em atividade parasita, no interior de um indivíduo.


Como um cão contrai a doença?
A via de contaminação do CISTO, pelo cão, é oral.
Portanto, beber água contaminada, comer alimentos contaminados, entrar em contato com cães contaminados (já reparou que eles adoram cheirar e lamber o bumbum uns dos outros? parece estranho, mas é o aperto de mão deles), estar em contato com locais contaminados é sempre potencialmente arriscado. Mas, infelizmente, é praticamente impossível manter um local "descontaminado", uma vez que podemos contaminar um ambiente com nossos próprios sapatos.


A giardíase aumenta a motilidade intestinal, por isso o cão apresenta tenesmo e fezes amolecidas, em um quadro agudo da doença. Um sinal bem clássico é a presença de muco nas fezes. Vômito também podem ocorrer.
Entretanto, segundo a Drª. Luciana Parra, 80% dos cães não vacinados são assintomáticos para a giardíase.

O diagnóstico da giardíase é basicamente clínico. Não se utiliza exame de fezes como diagnóstico de verminoses e protozooses, nem na medicina humana, uma vez nem sempre os parasitas são encontrados nas amostras.
Se o veterinário ou proprietário quiserem confirmar o diagnóstico por exame laboratorial, o ideal seria utilizar o ELISA, mas não sei se já existe deisponibilidade deste exame no Brasil.

O ELISA para giárdia é muito interessante quando se deseja fazer diagóstico diferencial de outras doenças que possuem clínica muito semelhante à da giárdia, como colite, intolerância alimentar, síndrome da má absorção, doenças causadas por outros parasitas.

O tratamento medicamentoso é facílimo. Mas, também, é preciso dar banhos no cão e escovar bastante, porque os cistos ficam aderidos ao pelo.
Considerando que este protozoário está presente em 80% dos cães saudáveis, pode-se dizer que ele manifesta-se em situações especiais, como, por exemplo, baixa de imunidade.

Há algum tempo atrás, eu acreditava que poderia resolver o problema da giárdia eliminando os cistos. Portanto, resolvi colocar "um foguinho" no quintal da minha casa, depois de tratar por N vezes seguidas meus cães com Panacur, e eles continuarem com o cocô esquisito. Meu vizinho tomou *O* susto, pulou o muro, achando que tivesse incêndio em minha casa.
OK, eu exagerei.... coisas de uma criador desesperado.

Aliás, é bom lembrar que a mucosa intestinal é um tecido de revestimento, assim como a pele também é. Muitas vezes, a sensibilidade intestinal pode manifestar-se sob a forma de produção exagerada de muco (há células secretoras de muco no intestino). O muco é ambiente ótimo para a proliferação de microorganismos... e por aí inicia-se um processo infeccioso.

A questão não é tratar apenas o processo infeccioso, mas sim, o que está causando a sensibilidade intestinal.

Com relação à vacina, fiz uso dela por várias vezes, e hoje não a utilizo mais.
Já está comprovado que a vacina contra giárdia não previne a infecção, não previne a proliferação do parasita no interior do cão, não previne a manifestação da doença... parece apenas diminuir a liberação de cistos no ambiente.
Como vendem e recomendam um produtos destes?
Fonte: http://www.blog.villechamonix.com/2009/06/giardiase-em-frenchies.html

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Socialização de um filhote


Quando falamos de socialização, não estamos somente falando de que um cão deva viver harmoniosamente com outros da sua espécie. A socialização vai além da apresentação entre cães.

Um cão quando não apresentado à diversas situações, principalmente quando filhote, fatalmente virá a ter fobias de certos acontecimentos. É muito comum vermos cães que, além de não serem sociáveis com outros cães, têm medo de carros, barulhos altos, pessoas (incluindo crianças), subir e descer escadas, têm medo de ser tratados (atendimento veterinário, cuidados com a higiene), alguns apresentam medo até mesmo de brinquedos.

Sabemos que pode ser complicado apresentar o filhote ao mundo, mas não é impossível e, com certeza, será vantajoso. Antes de o cão completar o ciclo de vacinação, é recomendado que este não vá a rua, mas não quer dizer que ele não deva conhecer a rua. O filhote pode e deve freqüentar locais públicos no colo, andar de carro, ser acostumado a ser tocado, ser exposto a diversas situações, conhecer outros cães que se tenha à certeza de serem vacinados e estarem saudáveis. Pode-se levar o filhote à casa de amigos, que tenham cães ou não, e há tantas outras situações as quais um filhote deve vivenciar.

A socialização é tão importante, que deveria ser regra geral adotar a “regra de sete do filhote”, onde se aplica que, com sete semanas de vida, o filhote já deve ter estado em sete diferentes superfícies, brincado com sete diferentes tipos de objetos, estado em sete locais diferentes, encontrado e brincado com sete novas pessoas (incluindo crianças e idosos), ter sido exposto a sete desafios, comido em sete diferentes vasilhas e em sete lugares diferentes…

Como podemos notar, é importante que, desde novinho, o cão tenha experiências variadas e seja exposto a todos os tipos de estímulos. O cão tem seu período considerado limite para a verdadeira socialização até os quatro meses de idade, depois se deve sempre apresentá-lo a novos desafios e estímulos.

Apresentar um filhote a tudo que existe no mundo é algo impraticável e, mais importante do que isso é ensiná-lo a lidar com o novo. Certamente dá trabalho carregar o cãozinho no colo para todos os lugares, mas trará vantagens. Ter um cão socializado é ter um cão equilibrado.

Fonte: Dicas de Adestramento

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Cuidados com Filhotes Parte I


 Embora menos dependentes que os seres humanos, os filhotes de cães e gatos também precisam de cuidados logo após o nascimento.

Temos que observar três itens importantes que são temperatura hidratação e glicose.
- Até 30 dias de vida o aparelho que regula a temperatura do corpo do filhote ainda não está funcionando, sua temperatura será a mesma do ambiente. Por isso temos que controlar a temperatura do local providenciando um aquecedor ou uma luz de 60 ou 100w e colocar próxima aos filhotes para aquecê-los mas tomando cuidado para não queimá-los.

- Já a hidratação e a glicose são conseguidas através da amamentação. Temos que observar se a mãe está com leite suficiente para os filhotes e se ela está amamentando.

A mãe incentiva a defecação e a micção dos filhotes lambendo a região do ânus e do genital. Completadas três semanas de vida, quando já abriram os olhos e começaram a explorar os arredores, os filhotes fazem suas necessidades fisiológicas sem estímulo externo.

Agora alguns números em relação ao recém-nascido:
-- Os olhos se abrem a partir de 10 dias de idade e os ouvidos a partir de 13 dias;
-- Eles ficam em pé aos 10 dias de idade e andam com deslocamento firme após os 21 dias;
-- Controlam a micção e a defecação a partir de 21 dias de idade;
-- Dormem cerca de 90% do tempo nas primeiras semanas de vida;
-- Nas primeiras 4 semanas, se durante o sono, os filhotes tiverem ocasionais contrações musculares é normal, não pensem que estão com convulsão é chamado "sono ativado".

Alimentação do Recém nascido:
O ideal é que o filhote receba o aleitamento materno pelo menos por 30 dias. Mas alguns fatores como falta de zelo materno, quantidade insuficiente de leite ou enfermidade e morte da mãe, podem obrigar o proprietário a complementar ou suspender o aleitamento materno. A melhor alternativa, seria encontrar outra fêmea em fase de amamentação, com poucos filhotes e que pudesse servir de ama-de-leite. Caso não se encontre a mãe adotiva, a opção é o leite artificial que pode ser encontrado em clínicas veterinárias. A quantidade de leite a se administrar é proporcional ao tamanho do filhote, variando de 3 a 50 ml por vez e mamadas com intervalos de 2 a 4 horas. A freqüência das mamadas diminui conforme o cão cresce.
Quando se está amamentando o filhote artificialmente, o dono se acostuma e consegue distinguir quando o filhote está chorando de fome ou se o choro é de dor ou mal-estar.

A partir de 30 dias, dependendo da raça do cãozinho, os dentes começam a nascer e com isso machucar a mãe, que vai diminuindo a amamentação. Nesta fase também os filhotes já começam a "brincar" com a ração da mãe iniciando sua alimentação sólida. Existem comercialmente papinhas de desmame próprias para cães e gatos o que diminui as dores de barriga durante a mudança de alimentação.
A vermifugação é feita a partir de 3 semanas de vida e a primeira vacina com 42 dias. Lembre-se, vermifugando e vacinando seus filhotes você evita doenças muito graves e até mesmo fatais além de economizar com consultas, internamentos e medicamentos.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Musculação para Cães - Exercícios


Agora vamos tratar dos exercícios para desenvolvermos a musculatura de nossos cães.
O programa de desenvolvimento da musculatura em um cachorro de grande porte deve ser estabelecido em conjunto com o veterinário.
Este acompanha a condição física do cão, orienta sobre a dieta, vitaminas e aminoácidos alem dos exercícios.
É preciso praticar no mínimo duas vezes por semana ( o ideal é diariamente ), respeitando os limites do cão.
Deve-se aumentar gradativamente o esforço e parar aos sinais de cansaço ( cauda baixa, sem abanar; respiração ofegante e língua muito para fora ).
Abusos podem provocar problemas de coluna e enfarte. Para motivar o cão, os exercícios devem agradá-lo.
Comece a preparar desde os cinco meses de idade ( desde que tenha tomado todas as vacinas até os quatro meses).

CAMINHADAS
Inicie com pequenas caminhadas de dez a 20 minutos. Aumente o percurso aos poucos.

NATAÇÃO
Complete as caminhadas, se possível com natação, um excelente exercício.
No inicio basta meia volta numa piscina de 15 a 20 metros; quando adulto duas voltas garantem a boa massa muscular. Se preciso, ambiente o cão para perder o medo.
Observe que não fique com frio para não pegar pneumonia.

CORRER
Aos oito meses, quando, quando as patas estão melhores formadas, comece a faze-lo correr.
Aqueça-o com uma caminhada lenta. Faça-o trotar por um quilometro e aumente mais meio a cada nova trotada, até chegar a sete ou oito quilômetros, em média, respeitando a resistência do cão.
Acompanhe o cão a pé. De carro, mesmo na baixa velocidade, há maior risco de forçá-lo, e de não perceber quando está cansado.O risco de atropelamento aumenta.

 LADEIRAS
A partir de um ano de idade, inclua no percurso cerca de duzentos metros de ladeira no trote, para engrossar as coxas.

TRAÇÃO
Em algumas raças é iniciada a tração. O cão puxa um pneu com peso em cima, aumentado gradativamente.
Desenvolve o peito e as pernas, mas como força muito, só deve ser feita com aval do veterinário.

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